quinta-feira, 21 de novembro de 2013

UMA HISTÓRIA OPORTUNA

Aqui há muitos anos , num exame de Francês do 12º ano surgiu um  texto que não esquecemos pois o seu sentido ia muito além  daquilo que ,à primeira vista, parecia querer dizer.
Impressionou-nos e aqui o deixamos.
Era , mais ou menos assim.



Estava muito calor . O comboio ia  praticamente cheio. Naquela carruagem alguns passageiros  dormitavam. Outros liam , tranquilamente o jornal.
Então o homem entrou. Arrumou a sua bagagem e sentou-se.
O silêncio era geral.
Mas ele falou :
- Que sede que eu tenho !
Ninguém respondeu.
Ele repetiu :
- Mas que sede que eu tenho!
Mais uma vez ninguém falou.
O tempo foi passando
O comboio foi seguindo o seu longo  trajeto e o passageiro continuou a sua lengaleng:a :
- Mas que sede que eu tenho! .

Até que chegaram a   uma estação onde a paragem seria de 20 minutos.
O homem disse :
- Vou aproveitar para matar a sede
  Já volto.
O silêncio continuou mas houve um geral  suspiro de alívio.
Finalmente iriam ter paz.

O homem regressou.
Vinha feliz.
 - Quanta água bebera ?
   Tanta!
Sentou-se. Limpou a transpiração.
O comboio voltou a partir

O homem  retomou sua lengalenga :
  Agora :
- Mas que sede que eu tinha !
- Mas que sede que eu tinha !



PORQUE SERÁ QUE HOJE RECORDEI ESTA DIVERTIDA HISTÓRIA ?
Será que o homem tinha o condão de dizer para si próprio ?

E depois de ter bebido a sua água :


UMA HISTÓRIA BEM OPORTUNA.
Talvez por isso a recordamos hoje

2 comentários:

Anónimo disse...

NÃO, NA MINHA OPINIÃO O QUE ELE TINHA ALÉM DE SER CHATO, ERA DIABÉTICO. LINDA

Anónimo disse...

Un vrai casse-pieds!