sexta-feira, 29 de março de 2013

MARIA FILOMENA MÓNICA E A FELICIDADE

O QUE É A FELICIDADE?
No Expresso de hoje vem um artigo de Maria Filomena Mónica acerca da Felicidade. Todos sabem que a ONU decidiu criar o Dia Internacional da Felicidade que foi celebrado este ano , pela primeira vez, no passado dia 20. A ideia , originária do reino budista do Butão, destina-se a reconhecer " a felicidade e o bem estar como objectivos universais para a vida da Humanidade".
A nossa amiga socióloga, resolveu reflectir sobre o assunto e tece algumas considerações interessantes que , igualmente, nos fizeram meditar . Ela confessa que sabe exactamente porque não é feliz .
E porquê ?
Porque sempre quis mais da vida , incluindo "as impressões fulminantes " de que falava Camilo , do que ela , a vida , tinha para lhe dar.
Ora, a verdade é que compreendemos perfeitamente as palavras de Maria Filomena Mónica e não nos espantaram.
Gostamos  de assistir às suas entrevistas, conhecemos os seus livros, lemos sempre os seus artigos e, de há muito tínhamos compreendido que entre ela e a tal felicidade havia uma distância enorme. 
Nota-se a desilusão no seu olhar. No seu sorriso. No modo gélido com que manifesta as suas opiniões. Namargura com que fala dos seus amores.....
E sabem ?
Por vezes, temos constatado   que entre nós ( ambas ) há certas  semelhanças : idade, status, cultura/ gosto pela escrita....
Mas , talvez por exagerada falta de ambição nossa , ao contrário dela  afirmamos :
- Sabemos  exactamente porque somos  felizes. Porque a  vida nos   deu tudo aquilo que ambicionávamos.

  Desilusões ?
  Tantas !

  Mas , elas não impediram que tenhamos  considerado a nossa  vida uma aventura maravilhosa.
   Filhos. Netos . Amores. Amigos.Trabalho . Viagens....
   Um dar / receber constante.
    UMA FESTA!
    Que, felizmente, começa todos os dias às 9 da manhã.

1 comentário:

Anónimo disse...

Já tinha reparado que Maria Filomena tinha um olhar frio, e tinha pensado que não era feliz. Acho-a parecida com uma pessoa que comhecemos que nada a faz sorrir também. Eu não chego a tanto. Linda